segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Imprensa que pune Quem ajuda os mais humildes

A imprensa chegou a dizer que JK teria a sétima maior fortuna do mundo, o que nunca foi provado. Durante a campanha eleitoral de 1960, para a escolha de seu sucessor, as denúncias de corrupção contra JK foram amplamente exploradas pelo candidato Jânio Quadros que prometia "varrer a corrupção" do governo de JK. JK respondeu a inquérito policial militar (IPM) durante o regime militar, acusado de corrupção e de ter apoio dos comunistas.


Quando de sua morte, porém, o seu inventário de bens mostrou um patrimônio modesto, tendo sua filha Márcia precisado vender um apartamento para financiar sua campanha eleitoral à Câmara dos Deputados.


Acusado de corrupção e de ser apoiado pelos comunistas, teve os direitos políticos cassados, em 8 de junho de 1964, perdendo o mandato de senador por Goiás. A partir de então passou a percorrer cidades dos Estados Unidos e da Europa, em um exílio voluntário.


Após esse segundo exílio voluntário, regressou definitivamente, ao Brasil, em 1967.
Mas foi Impedido de ver a grande obra que ajudou o BRASIL a se desenvolver grandemente , ficou apenas olhando as luzes de Brasília em um sitio próximo.


Um ano antes de sua morte, seu nome ainda era proibido na televisão brasileira. Assim, a telenovela Escalada, exibida em 1975, pela Rede Globo, na qual era tratado o tema da construção de Brasília, não pode mencionar o seu nome. O recurso usado pelo autor Lauro César Muniz foi mostrar os personagens assoviando a música "Peixe-Vivo" que identificava JK.


O Homem que Mais olhou pela classe mais humilde não pode ver a inauguração de Brasília , e nunca Provaram que JK estava na corrupção , após sua morte descobriram que ministros de sua confiança , os traidores , eles sim estava envolvido na corrupção, e logo a imprensa achou um jeito de homenagealo e pedir desculpas pela acusação. Mas só depois que ele morreu.
A Imprensa quer fazer a mesma com o nosso companheiro LULA , Sou militante do partido DEMOCRATAS , mas tenho um grande apreço pelo trabalho que lula desenvolveu no BRASIL.

Governo Jânio Quadros (1961): Mandato polêmico de sete meses

Política teatral

Especula-se que a renúncia foi mais um dos atos espetaculares característicos do estilo de Jânio Quadros. Com ela, o presidente petenderia causar uma grande comoção popular, e o Congresso seria forçado a pedir seu retorno ao governo, o que lhe daria grandes poderes sobre o Legislativo. Não foi o que aconteceu, porém. A renúncia foi aceita e a população se manteve indiferente.

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