A imprensa chegou a dizer que JK teria a sétima
maior fortuna do mundo, o que nunca foi provado. Durante a campanha
eleitoral de 1960, para a escolha de seu sucessor, as denúncias de
corrupção contra JK foram amplamente exploradas pelo candidato
Jânio Quadros
que prometia "varrer a corrupção" do governo de
JK. JK respondeu a inquérito policial militar (IPM) durante o regime
militar, acusado de corrupção e de ter apoio dos comunistas.
Quando de sua morte, porém, o seu inventário
de bens mostrou um patrimônio modesto, tendo sua filha Márcia
precisado vender um apartamento para financiar sua campanha eleitoral
à Câmara
dos Deputados.
Acusado de corrupção
e de ser apoiado pelos comunistas,
teve os direitos políticos cassados, em 8
de junho de 1964,
perdendo o mandato de senador por Goiás. A partir de então passou a
percorrer cidades dos Estados
Unidos e da Europa,
em um exílio voluntário.
Após esse segundo exílio voluntário, regressou
definitivamente, ao Brasil, em 1967.
Mas foi Impedido de ver a grande obra que ajudou o
BRASIL a se desenvolver grandemente , ficou apenas olhando as luzes
de Brasília em um sitio próximo.
Um ano antes de sua morte, seu nome ainda era
proibido na televisão brasileira. Assim, a telenovela
Escalada,
exibida em 1975, pela
Rede Globo, na qual era
tratado o tema da construção de Brasília, não pode mencionar o
seu nome. O recurso usado pelo autor Lauro
César Muniz foi mostrar os personagens assoviando a música
"Peixe-Vivo" que identificava JK.
O Homem que Mais olhou pela classe mais humilde
não pode ver a inauguração de Brasília , e nunca Provaram que JK
estava na corrupção , após sua morte descobriram que ministros de
sua confiança , os traidores , eles sim estava envolvido na
corrupção, e logo a imprensa achou um jeito de homenagealo e pedir
desculpas pela acusação. Mas só depois que ele morreu.
A Imprensa quer fazer a mesma com o nosso
companheiro LULA , Sou militante do partido DEMOCRATAS , mas tenho um
grande apreço pelo trabalho que lula desenvolveu no BRASIL.
Governo Jânio Quadros (1961): Mandato polêmico de sete meses
Política teatral
Especula-se que a renúncia foi mais um dos atos
espetaculares característicos do estilo de Jânio Quadros. Com ela,
o presidente petenderia causar uma grande comoção popular, e o
Congresso seria forçado a pedir seu retorno ao governo, o que lhe
daria grandes poderes sobre o Legislativo. Não foi o que aconteceu,
porém. A renúncia foi aceita e a população se manteve
indiferente.

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